segunda-feira, 18 de outubro de 2010

É brincadeira!

É na simplicidade que encontramos a beleza
Tudo que é belo é simples e tal e coisa
Compreender é essencial, mas subverter é sobrenatural
É um dom dar vida ao que não vê, dar voz ao que não escuta, dar sentido a vãs palavras que poderiam nascer e morrer no mesmo segundo dentro de você


Tentar não é o suficiente, pois isso vem de dentro e vai além do que possa reger qualquer filosofia. Nem Freud explica. É divino.
A brincadeira é restrita. Brincadeira de gente grande.
Não a faça, a não ser que seja um artista nato. Ousar nada mais é que permitir-se.

É preciso expurgar o que andam fazendo no mundo literário. Filtrar as veias que levam as palavras ao coração. A força que elas têm é fora do comum, chega ser perigoso. Mudam, moldam, mostram, moscam. Têm a incrível capacidade de nos fazer outros em algumas linhas.



E antes que não saiba a hora de parar de brincar, quero deixar claro que o meu intuito foi incentivar quem sabe dominar a brincadeira, não ofender quem não sabe brincar. Afinal, para um bom entendedor, pingo é letra.

Nenhum comentário:

Postar um comentário