quinta-feira, 12 de agosto de 2010

O QUE É QUE HÁ

Não há nada mais gostoso que um gole roubado
Que uma flor arrancada
Que um sorriso da pessoa amada

Não há nada mais empolgante que estar apaixonado
Que o início de uma nova fase
Que um sim!

Não há nada melhor do que estar na presença do Senhor
Que cantar e dançar de alegria
Que brigadeiro de panela

Não há nada mais real que a saudade
Que o conto da vovó
Que um sonho de verdade

Não há nada mais galante que um homem de terno
Que um homem que dança
Que um homem que é homem

Não há nada mais sincero que o olhar de uma criança
Que o não de uma criança
Que a decepção

Não há nada mais comovente que o olhar de um cachorro
Que uma criança com fome ou com cancêr
Que alguém vender o corpo por obrigação

Não há nada mais chato que insônia
Que lavar a louça
Que o tédio

Não há nada mais irritante que internet lenta
Que unha no quador negro
Que cachorro latindo

Não há nada que reflita mais que a Lua
Mais que o coração
Mais que seus olhos

Não há nada mais caloroso que um abraço
Não há nada mais gratificante que um diploma
Não há nada pior que a dor
Não há nada que não exista
Não há nada demais
Não há nada
Não há
Não

E perdoe o equívoco, há sim algo melhor que brigadeiro de panela: brigadeiro de panela com morango!!!  

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Mini Beyoncé!

Essa é a mini, a famosa é a big e eu sou a média!!!! hahaha...
Olha que talento essa menina.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

VIDA EM JOGO

Às vezes não sabemos o que estamos sentindo, nem o que estamos fazendo
Ficamos atordoados, perdidos, desorientados (talvez seja a palavra certa)
Mas o pior é que sabíamos desde o início que poderia ser assim
Afinal, a vida é um risco
O que é viver se não arriscar as fichas, apostar no que acreditamos?
Mas no que acreditamos? Muitas vezes não acreditamos nem em nós mesmos. Somos mais incrédulos do que podemos imaginar. Sem fé mesmo. Uma versão: Fé não é a certeza de que vai acontecer o que esperamos. Fé é a explicação para ainda estarmos no jogo. É não saber se vamos chegar lá, é só nos entregarmos por inteiro – e isso é querendo ou não.

Perder ou ganhar não é o objetivo do jogo, é só a consequência!
Porque no fundo, no fundo, do que gostamos mesmo é da adrenalina do jogo da vida
Da carga emocional que nos impulsiona a continuar, ou nos influencia a parar


Rendemo-nos muitas vezes, inúmeras vezes, quiçá incontáveis. Pensamos em desistir, em jogar tudo pro alto, ‘chutar o balde’. Olhamos a jornada percorrida e achamos que não dá mais para continuar, o fardo parece ser maior do que conseguimos carregar.


E é bem pesado. Porque somos forte o suficiente para suportar, só não sabemos ainda. A prova disso é que chegamos até aqui.


Pesado e voraz
Um lance - e tudo põe-se a perder
Uma intuição - e tudo está ao seu alcance.
É como num piscar de olhos e vendemos a garganta por qualquer vintém.


Ao vir ao mundo, um aviso deveria ser obrigatório: Bem-vindo ao jogo, boa sorte. Que vença aquele que souber dar a volta por cima, não desacreditar dos sonhos, não entregar os pontos e levar a vida com leveza e alegria. Aquele que descobrir a intenção de termos a cabeça acima do coração (mais racional, menos passional) e dois ouvidos e uma boca - saber ouvir é arte, saber falar é sabedoria (muitos perdem por não saber como falar, quando falar ou por falar demais, ou por calar na hora errada). Aquele que conseguir liderar, e mais ainda ser liderado. O que souber o momento certo de recuar, e o de ‘dar a cara pra bater’, como se diz por aí. Que vença aquele que souber dar valor ao que realmente importa como, por exemplo, os próprios valores (que às vezes ficam escondidos atrás da ganância e da falsidade), o bom caráter, ou simplesmente à política da boa vizinhança. Que vença aquele que conseguir ser visto com bons olhos, pois a crítica é reflexo do que somos – ou demonstramos ser. E o julgamento pode ser atroz.

domingo, 1 de agosto de 2010