Às vezes não sabemos o que estamos sentindo, nem o que estamos fazendo
Ficamos atordoados, perdidos, desorientados (talvez seja a palavra certa)
Mas o pior é que sabíamos desde o início que poderia ser assim
Afinal, a vida é um risco
O que é viver se não arriscar as fichas, apostar no que acreditamos?
Mas no que acreditamos? Muitas vezes não acreditamos nem em nós mesmos. Somos mais incrédulos do que podemos imaginar. Sem fé mesmo. Uma versão: Fé não é a certeza de que vai acontecer o que esperamos. Fé é a explicação para ainda estarmos no jogo. É não saber se vamos chegar lá, é só nos entregarmos por inteiro – e isso é querendo ou não.
Perder ou ganhar não é o objetivo do jogo, é só a consequência!
Porque no fundo, no fundo, do que gostamos mesmo é da adrenalina do jogo da vida
Da carga emocional que nos impulsiona a continuar, ou nos influencia a parar
Rendemo-nos muitas vezes, inúmeras vezes, quiçá incontáveis. Pensamos em desistir, em jogar tudo pro alto, ‘chutar o balde’. Olhamos a jornada percorrida e achamos que não dá mais para continuar, o fardo parece ser maior do que conseguimos carregar.
E é bem pesado. Porque somos forte o suficiente para suportar, só não sabemos ainda. A prova disso é que chegamos até aqui.
Pesado e voraz
Um lance - e tudo põe-se a perder
Uma intuição - e tudo está ao seu alcance.
É como num piscar de olhos e vendemos a garganta por qualquer vintém.
Ao vir ao mundo, um aviso deveria ser obrigatório: Bem-vindo ao jogo, boa sorte. Que vença aquele que souber dar a volta por cima, não desacreditar dos sonhos, não entregar os pontos e levar a vida com leveza e alegria. Aquele que descobrir a intenção de termos a cabeça acima do coração (mais racional, menos passional) e dois ouvidos e uma boca - saber ouvir é arte, saber falar é sabedoria (muitos perdem por não saber como falar, quando falar ou por falar demais, ou por calar na hora errada). Aquele que conseguir liderar, e mais ainda ser liderado. O que souber o momento certo de recuar, e o de ‘dar a cara pra bater’, como se diz por aí. Que vença aquele que souber dar valor ao que realmente importa como, por exemplo, os próprios valores (que às vezes ficam escondidos atrás da ganância e da falsidade), o bom caráter, ou simplesmente à política da boa vizinhança. Que vença aquele que conseguir ser visto com bons olhos, pois a crítica é reflexo do que somos – ou demonstramos ser. E o julgamento pode ser atroz.
, mtmtmt bom ! amei ^^
ResponderExcluirConcordo total com essa postagem nega, acho que o que pode nos motivar a continuar nessa batida é saber também que o momento que se passa não é eterno. Agente tem essa mania de achar que o agora é pra sempre. Quando está tudo ruim agente pensa que nunca vai mudar, e quando está tudo perfeito agente pensa também que chegou o tão esperado final feliz. Ai que mora o perigo! Acho que pra gente viver uma vida melhor, nós temos que compreender que a vida é feita de momentos, bons e ruins, mas que passam. A unica coisa que agente pode fazer é torcer pra que depois de um momento bom, que venha outro e assim sucessivamente, e lutar por todos os nossos ideais.
ResponderExcluirParabéns pela postagem, gostei de verdade! Beijão nega.